Que G20 que nada... agora é Lula e mais 19!
03 abril 2009
02 setembro 2005
Minha Vida é um Sitcom
Episódio de Hoje: O Rei e Eu
Depois de meses e meses sem cortar o cabelo, me dirijo a um salão, para fazer as pazes com a tesoura. Chegando lá, sou atendido por uma moça, com ar bem profissional.
MOÇA - Então, como você quer o cabelo?
EU - Não corta muito não, quero apenas que dê um jeito, pois está meio "sem corte"...
Passagem de tempo e efeitos sonoros de tesouradas.
EU (Olhando no espelho, intrigado) - Olha, acho que não está ficando como eu queria não...
MOÇA - calma, esse corte é o IDEAL para o seu cabelo. Vai ficar assim, igual ao do Roberto Carlos...
É uma brasa, mora...
21 julho 2005
Clássicos do cinema em domínio público
Você sabia que pode baixar legalmente vários clássicos da aurora do cinema?
O site Internet Archives tem muita coisa boa, do Nosferatu de Murnau e outros clássicos do expressionismo alemão a episódios de seriados como Dick Tracy, Rin tin tin e Popeye. Tem até algumas "pérolas" como o Superman de Max Fleischer
Se eu fosse você, corria agora mesmo pra comprar umas mídias e começava a montar uma coleção bem LEGAL, só para variar...
20 julho 2005
O Boto seduziu o Anima Mundi!!!
O curta O Boto, terceiro filme da série Juro que Vi, foi escolhido pelo público como a Melhor Animação Brasileira de 2005, na versão carioca do 13º festival Anima Mundi.
É mais um prêmio importante para esse projeto e ainda mais força para os próximos episódios.
Agora é esperar para ver se o resultado se repete em SP.
01 julho 2005
Prêmios e mais prêmios...
Tô meio sumido porque tava ocupado ganhando prêmios e concursos...
Primeiro fui premiado no concurso Panorama do Ensino Médio, da Universidade Estácio de Sá. Um artigo meu ficou em 11º lugar na seleção do concurso e vai ser publicado num livro que reúne os 20 melhores artigos. O título? "RPG no Ensino Médio: novas competências e identidades em jogo".
Depois, finalmente saiu o resultado do concurso da Multirio. Fiquei em segundo lugar. Eram só 4 vagas e mais de 1800 candidatos.
Por fim, acabo de saber que o desenho O Boto, do projeto Juro que Vi foi premiado como melhor animação no Festival Guarnicê, do Maranhão. O Boto e Iara concorrem ainda esse mês no Anima Mundi Rio e SP e em outros festivais pelo país.
18 maio 2005
O Estranho, o Bizarro, o Inesperado...
Acabo de viver uma situação digna do "Além da Imaginação" ou dos livros mais loucos do Phillip K. Dick.
Sabe aquelas histórias em que o cara chega em casa e a chave não abra a porta, e ele descobre que tem um outro cara morando na casa dele e que ninguém o reconhece mais?
Pois é...
Digitei hoje o endereço do meu blog (esse que ta aí na barra do seu browser) e qual não foi a minha surpresa quando surge na tela um outro eu, um outro cara, lá na minha casa, todo instalado, com comentários, links, posts...
Enquanto digito essas linhas, nem sei o que vai acontecer, nem sei se esse post vai pro ar, nem sei se a minha casa ainda é minha...
E olha que hoje nem é segunda-feira... ou é?
28 fevereiro 2005
Viva o home-theater!
Tirei do ronquinha,
esse instantâneo de uma noite qualquer em Ipanema.
Imagina a sonzeira...
24 janeiro 2005
Da série "...minha vida é um sitcom"
Episódio de Hoje: presente de aniversário
Conversa entre mãe e filho:
ELA - E então, já decidiu o que você quer de presente de aniversário?
MENOR - Sim. Eu quero um [inserir brinquedo caro pra dedéu]
ELA - Ah, meu filho, mas você já tem um brinquedo parecido, e ainda por cima esse aí é muito caro.
MENOR - Mas eu quero!
ELA (pegando um encarte de ofertas do jornal) - Olha aqui, tá vendo o preço do brinquedo que você quer? Agora olha quanto custa essa televisão. Viu? O brinquedo custa a mesma coisa que uma televisão nova.
MENOR (sem pensar muito) - Tá bom... Pode me dar a televisão mesmo...
Corta para abertura e créditos
12 janeiro 2005
Da série "...minha vida é um sitcom"
Episódio de Hoje: Sua lógica poderosa me derrota
Conversa entre pai e filho:
MAIOR - Pai, compra um [...insira produto genérico...] pra mim ?
EU - Não.
MAIOR - Compra, vai...
EU - Não.
MAIOR - Ah, pai... compra, por favor!!!
EU - Não, não e... NÃO!
MAIOR - Mas pai...
EU - Nada de mais. Eu já disse "não!" e essa é a última vez que eu digo isso!
MAIOR - Oba!!! Quer dizer que da próxima vez que eu pedir você vai dizer SIM????
Corta para abertura e créditos...
11 janeiro 2005
Eu Fui
Caraca... já tem 20 anos!
Dia 11 de janeiro de 1985
Lá estava eu na Cidade do Rock, testemunhando a abertura do Rock in Rio I
Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Pepeu & Baby, Whitesnake, Iron Maiden e Queen!!!
Foi realmente i-nes-que-cí-vel.
Incrível que não se fale nada sobre isso hoje nos jornais... uma pena.
"it was twenty years ago today, Sgt. Peppers told the band to play..."
06 janeiro 2005
O Meu Adeus...
Reproduzo aqui o texto que escrevi para o Sobrecarga em homenagem ao mestre Will Eisner.Fica como homenagem póstuma e um singelo "Muito Obrigado."
Minhas histórias preferidas do Will Eisner
Por Luiz Eduardo Ricon — Quarta, 5 de janeiro de 2005
O que é que a gente faz quando perde um ídolo?
O que dizer quando um verdadeiro imortal morre de repente?
Como colocar aqui... agora, em meras dúzias de pixels, tudo o que guardei nesses anos todos em páginas e mais páginas, percorridas pelos olhos e guardadas nas prateleiras das memórias mais afetivas?
Como (e o quê!) escrever sobre a morte de Will Eisner?
...
Pois é... quando recebi a notícia triste através de um amigo, num email seco, num foward meio apressado que me chegou de repente, no meio da tarde, duas coisas me vieram à cabeça:
A primeira foi aquela que para mim é a melhor das histórias que ele escreveu e ilustrou: Um Contrato com Deus. Esse livro é um genuíno romance gráfico, em todas as acepções possíveis da expressão. Uma pequena maravilha que reúne poucas histórias, todas elas inspiradíssimas, comoventes, líricas, emocionais... humanas. Tudo tão diferente das grandiosas aventuras dos super-poderosos e superficiais heróis que até hoje adoro. Aquelas eram desventuras pequeninas, reais (ainda que fictícias). Eram memórias de alguém que tinha o talento único de ver o mundo bem mais calaramente através de uma página coberta de nanquim.
A segunda foi uma lembrança mais triste.
Foi no Rio, durante a Bienal de Quadrinhos de 91. Naqueles poucos dias, vários imortais passaram pela cidade e aterrisaram no Espaço Cultural dos Correios. Para mim, dois deles se destacavam dos demais: Jean (Moebius) Giraud e Will Eisner.
Difícil dizer qual dos dois é melhor, hein?
Mas na época eu estava numa fase mais Will Eisner... compreende-se.
Foi assim que me vi numa fila quilométrica, de pé, por quase duas horas, só para conseguir o precioso autógrafo do mestre na minha edição do Um Contrato com Deus.
Nunca fui caçador de autógrafo mas, para mim, aquela era uma forma de retribuir o que Will Eisner tinha feito por mim ao dividir comigo aquelas histórias. Era como se eu pudesse lhe dizer: "Oi, olha só... eu li!". E era como se a assinatura dele, rabiscada no topo da página, me respondesse: "Pois é, eu percebi. Obrigado!".
A fila anda... anda... anda, e eu me aproximo cada vez mais da mesa onde ele está.
Posso vê-lo, sorrindo, assinando autógrafo atrás de autógrafo.
Três pessoas na minha frente. "Vou conseguir!"
Duas pessoas na minha frente. "Não acredito!"
Uma pessoa na minha frente. "Vai logo, ô pastel!"
Minha vez...
De repente, um braço meio gorducho se estende à minha frente. Barrando meu caminho. "Ele está cansado! Não vai dar mais autógrafo!". Eu olho, sem entender. A fila reclama.
Will Eisner sorri. Diz em inglês que pode assinar mais alguns, sem problemas.
"Não. Acabou!", responde seco, o braço meio gorducho.
Will Eisner olha para mim. Me pede desculpas. "I'm sorry", diz.
Frustrado, eu lhe mostro o meu Um Contrato com Deus.
Até hoje não sei se ele viu. Até hoje tenho certeza que não se lembraria.
Mas naquele momento, foi como se eu lhe dissesse: "Oi, olha só... eu li!".
E isso já me basta.
05 janeiro 2005
30 novembro 2004
10 novembro 2004
Pré-Natal
São mais de 4 horas com alguns dos maiores guitarristas do mundo.
Disco Um:
"Cocaine," Eric Clapton
"Love in Vain Blues," Robert Lockwood Jr.
"Killing Floor," Clapton, Robert Cray, Hubert Sumlin and Jimmie Vaughan
"Sweet Home Chicago," Clapton, Cray, Buddy Guy, Sumlin and Vaughan
"Six Strings Down," Clapton, Cray, Robert Randolph and Vaughan
"Rock Me Baby," Clapton, Guy, B.B. King and Vaughan
"I Am a Man of Constant Sorrow," Dan Tyminski and Ron Block
"Road to Nash Vegas," Tyminski and Block
"Copperline," James Taylor with Jerry Douglas
"Steamroller," Taylor and Joe Walsh
"Oklahoma Borderline," Vince Gill and Douglas
"What the Cowgirls Do," Gill and Douglas
"After Midnight," J.J. Cale with Clapton
"Call Me the Breeze," Cale with Clapton
"March," Robert Randolph & the Family Band
"Green Light Girl," Doyle Bramhall II
"Incident at Neshabur," Carlos Santana
"Jingo," Santana with Clapton
"City Love," John Mayer
"Your Body Is a Wonderland," Mayer
Disco Dois:
"Rag Bihag," Vishwa Mohan Bhatt
"Tones for Elvin Jones," John McLaughlin
"Josie," Larry Carlton
"Question and Answer," Pat Metheny
"Going Down Slow," Honeyboy Edwards
"Time Makes Two," Robert Cray
"Give Me Up Again," Jonny Lang
"Neighborhood," David Hildago
"Whispering a Prayer," Steve Vai
"Desert Rose," Eric Johnson
"Funk 49," Joe Walsh
"Rocky Mountain Way," Walsh
"I Shot the Sheriff," Clapton
"Blues in C," Clapton
"Cause We've Ended as Lovers," Clapton and Jeff Beck
"La Grange," ZZ Top
"Tush," ZZ Top
Quer mais detalhes?
Que tal um gostinho?
25 outubro 2004
Da série "...minha vida é um sitcom"
Episódio de Hoje: O Parque dos Dinossauros
Sabadão de sol, nada como enfiar crianças, mulher e sogra no carro e partir em direção à Quinta da Boa Vista, para um piquenique com um casal de amigos.
Ah... comida, bate-bola com os meninos e um pouquinho de violão para relaxar e desestressar.
Tudo isso com direito a uma visita ao Museu Nacional e à exposição do Mastodonte brasileiro.
Em suma: um programa bem calmo, não fosse a minha vida um sitcom...
Lá pelas tantas, já cansados de tanto andar e ver todos aqueles esqueletos, múmias e bichos empalhados, sentamos novamente na grama para descansar do passeio.
Meu filho MENOR foi brincar com a amiguinha perto do rio onde uma garça fazia suas gracinhas. De repente, lá vem ele todo sorridente carregando alguma coisa em suas mãos:
MENOR - Papai, olha só o que eu achei!!
EU - O que foi meu filho, deixa eu ver...
Para minha surpresa (e nojo!), o MENOR coloca nas minhas mãos a cabeça já decomposta de um bicho morto, com os ossos do crânio e da mandíbula e todos aqueles dentinhos afiados à mostra. Se era gato, rato, cachorro ou gambá, não deu tempo para olhar...
EU - Que isso, MENOR???
MENOR - É um dinossauro, papai!!! Vamos levar ele pro museu?
Haja sabonete antisséptico...
22 outubro 2004
Cantando de Galo...
"É um hobby meu."
"O Brasil inteiro sabe."
"Ninguém tem nada a ver com isso."
Tá certo que o flagrante da PF foi claramente armado para atingir o Duda Mendonça e o PT, especialmente a poucos dias da eleição em SP.
Mas o marketeiro baiano bem que podia ter ficado quietinho no seu canto e poupado a gente de ouvir essas três frases, que são o retrato do que tem de mais cara-de-pau no Brasil.
Agora veja você se o fato de ter um "hobby conhecido" lá é desculpa para a contravenção?
Ah, se a moda pega...
...então o senhor assume que é o rei da prostituição infantil na amazônia?
"É um hobby meu."
"O Brasil inteiro sabe."
"Ninguém tem nada a ver com isso."
...Maluf, e os cinco bilhões no exterior? Você roubou mesmo?
"É um hobby meu."
"O Brasil inteiro sabe."
"Ninguém tem nada a ver com isso."
... Elias Maluco, você matou o Tim Lopes com aquela espada ninja?
"É um hobby meu."
"O Brasil inteiro sabe."
"Ninguém tem nada a ver com isso."
é gente... parece que temos finalmente um substituto nacional a altura para aquelas três frases imortais ensinadas por Homer Simpson a seu filho Bart e que, segundo ele, resolvem absolutamente TODOS os problemas:
"Não fui eu... já tava assim quando cheguei... e ... foi ele!"
08 outubro 2004
Dolphin 4 ever!
O "Mestre" Carlos Assale acaba de botar no ar um site dedicado às suas maravilhosas criações: as guitarras Dolphin.
O site está fantástico. Tem fotos de todos os modelos e fica bem claro ali toda a qualidade e o pioneirismo das Dolphin, tanto em design quanto nas ligações loucas de captadores e nas soluções encontradas para os problemas óbvios de se produzir instrumentos de qualidade no Brasil no final dos anos 80 (antes da "abertura" às importações)
Graças ao site, descobri que a minha Dolphin não é a 3020, como nós achávamos, mas parece ser uma GT 120X (que acabou usando o mesmo código do modelo 3020, que as lojas já conheciam, e daí a confusão).
Vejam aí uma foto dela nas mãos de um dos meus fiéis "roadies".
Aliás, que tal se o "Mestre" Carlos abrisse espaço no site para fotos das guitarras de outros dolphinmaníacos como eu?
Independente de qquer coisa, esse site resgata um capítulo importante da história da guitarra no Brasil, pois tenho certeza que o trabalho do Carlos Assale foi totalmente pioneiro, e gosto de acreditar que se hoje temos produtos decentes por aqui, pelo menos em parte, o caminho foi aberto pelas suas Dolphins.
Ainda me lembro quando vi a guitarra na loja e pensei: "caraca, essa marca importada eu não conhecia!" Era igualzinha a uma Ibanez, Jackson ou Kramer da vida, mas com um preço que eu podia pagar.
Lembro que gastei o salário INTEIRINHO do mês para comprá-la mas nunca me arrependi (naquela época morava com meus pais, sem mulher e filhos... dava pra fazer essas loucuras!)
E o susto quando um dos saddles da ponte quebrou ao meio quando fui trocar uma corda? Falta de jeito mesmo...
Felizmente, a loja mandou a guitarra pra SP e o pessoal da Dolphin trocou o saddle pra mim, sem custo. Se nunca agradeci, agradeço agora!
Velhos tempos, belos dias...
05 outubro 2004
SRV - 50 anos
No dia 03 de outubro, (um dia antes do meu aniversário!), Stevie Ray Vaughan teria completando 50 anos.
Ele nasceu em 1954, junto com a fender stratocaster, a guitarra que ajudou a tornar a sua música verdadeiramente imortal.
Em agosto de 1990, Stevie Ray Vaughan morreu num acidente de helicóptero, logo depois de tocar com Eric Clapton, Robert Cray e Buddy Guy.
Respeitosamente, este blog faz um minuto de silêncio e depois desce a mão!!!
30 setembro 2004
Da série "...minha vida é um sitcom"
Episódio de Hoje: Revelações na sala dos professores
Todo dia, eu saio do trabalho correndo para pegar os meninos na escola. Enquanto o MAIOR faz escolinha de Futsal (que nome horrível inventaram para o futebol de salão...), o MENOR fica esperando na sala dos professores, até eu chegar.
Mas o que será que ele fica fazendo enquanto espera? Pois bem...
Outro dia chego eu na sala dos professores (esbaforido como sempre!) e olho em volta, cumprimentando os quase 10 profesores e funcionários da escola estranhamente reunidos ali naquela hora da noite.
EU - Boa noite (ofegante). Tudo bem? (ofegante)
COORDENADORA - Olá, Pai, boa noite!
EU - Oi MENOR, vamos lá?
COORDENADORA - Eu estava aqui conversando com o MENOR e ele me disse que você ronca de noite, viu Pai?
EU - Ah, é?! (e eu pensando - "Que moleque fofoqueiro!!!") He, He, Que legal! (sorriso amarelo) Pois é, eu ronco um pouquinho de vez em quando, né?
MENOR - Um pouqinho não. VOCÊ RONCA MUITO ALTO E MUITO FORTE. Eu ouvi!!!
EU - Ah, você ouviu hoje, né? É que eu estou resfriado (cof-cof-cof!)
MENOR - Não, papai. Você ronca SEMPRE! Eu fico assustado...
Corta para: EU e o MENOR descendo as escadas...
EU - MENOR, você fala sempre essas coisas sobre o papai para as professoras?
MENOR - Falo.
EU - Mas não pode ficar falando que o papai ronca não, tá bom?
MENOR - Tá... Mas pode falar que você solta pum?
ENTRA vinheta musical e risadas...
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